Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015

Um bocadinho de instrução moral, só por causa das merdas

Time flies quickly from future into past. In Augustine’s words, “the present occupies no space.” Thus, “time” both exists (the language speaks of it and the mind experiences it) and does not exist. The passage of time is both real and unreal (11.14.17–11.17.22). Augustine’s solution was to turn inward, placing the past and the future within the human soul (or mind), as memory and expectation. Taking his investigation further, he argues that these qualities of mind are observed in storytelling and fixed in narrative: “When I am recollecting and telling my story, I am looking on its image in present time, since it is still in my memory” (11.18.23). As images fixed in a story, both the past and the future lie within the present, which thus acquires a semblance of being. In the mind, or in the telling of one’s personal story, times exist all at once as traces of what has passed and will pass through the soul. Augustine thus linked the issue of time and the notion of self. In the end, the question “What is time?” was an extension of the fundamental question of the Confessions: “What am I, my God? What is my Nature?”

publicado por maradona às 08:42
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1001 comentários:
De paçççços a 16 de Janeiro de 2015 às 19:11
tás óvir obama? quem manda na base dos assores sô eu!!


De nuvorila a 16 de Janeiro de 2015 às 23:11
Aquilo nos Açores está male,male,male!!! Sou eu,Obama, quem sabe!


De nuvorila a 16 de Janeiro de 2015 às 23:13
Quem sabe mésmo!


De o que eu sei é que tu és a 17 de Janeiro de 2015 às 01:35
um ganda paneleiro que vem aqui fazer publicidade a um blog de merda do qual ninguém quer saber para nada. portantos (é portantos, não é portanto) podes ir pó caralho que ta foda.


De nuvorila a 16 de Janeiro de 2015 às 18:43
Olha a rica sabedoria chinesa:
Não importa que o gato seja preto ou branco;o que interessa é que mate o rato!


De a mim também não interessa a 16 de Janeiro de 2015 às 18:47
se a sabedoria é chinesa ou da margem sul: desde que vás levar na bilha.

fodaçe


De Sindicato Mau - Sindicato Bom a 16 de Janeiro de 2015 às 18:43
Isto não fica assim, vão rolar aereonaves.


De este a 16 de Janeiro de 2015 às 18:29
carallo apagou tudo pra trás.

essa merda é muito pouco charlie, ó maradona!

aqui não há liberdade de aspersão?


De 2ªcircular a 17 de Janeiro de 2015 às 17:09
Fez bem. Agora qualquer caralho, tipo Marcu, mete um processo, ainda o blog e os comentadores levavam com um.


De se eu a 16 de Janeiro de 2015 às 18:23
não estivesse com uma enorme vontade de cagar AGORA, também dizia que o presente não importa nada.

pese embora a merda ser de ontem, calculo, não dá para esperar por amanhã.

foda-se, também vou escrever merdas em inglês tipo livros e o caralho.


De só para dizer a 16 de Janeiro de 2015 às 17:38
que as postas anteriores foram todas c'o caralho.
Quando chegarmos aos mil comments, não há mais onde chamar paneleiros aos benfiquistas, essa é que é essa.

Mas isto é o presente. Aproveitem, porque o futuro é assim uma merda que também mora no presente, ou o caralho, eu só tenho o 12º e não tive disciplina de filosofia.


De Nós somos meros titeres a 16 de Janeiro de 2015 às 18:50
o maradona-Meister pôe e dispôe, enquanto nós nos embrulhamos na ilusão que esta pocilgua vai durar eternamente...


De alto toy a 16 de Janeiro de 2015 às 16:36
porra pá, o grande agostinho é só um, o joaquim e mais nenhum!


De conclusão: a 16 de Janeiro de 2015 às 13:56
O maradona anda a ler demasiado Stephen Haukings, o gajo da voz sintetizada.


De Atensão coleccionadores da pissa a 16 de Janeiro de 2015 às 13:53
Tenho um primo na gráfica que anda a fazer o Charlie. A partir de 3a feira 20 do corrente mês tenho para venda 120 ex. do vosso objeto de desejo. Cada Charly= 35€.

Os vossos pedidos para aqui:

chungadocasal@gmail.com


De Atensão soixante-huitards rebarbados a 16 de Janeiro de 2015 às 14:04
Trata-se de produto não-circulado. Nada de fotocopias.


De como sempre, a 16 de Janeiro de 2015 às 12:00
a parte mais importante do textículo em causa está no início; como sempre maradona concentra-se no supérfluo e não no essencial:

Tolstoy’s first diary, started on March 17, 1847, at the age of eighteen, began as a clinical investigation launched under laboratory conditions: in the isolation of a hospital ward, where he was being treated for a venereal disease. A student at Kazan University, he was about to drop out due to lack of academic progress. In the clinic, freed from external influences, the young man planned to “enter into himself” for intense self-exploration (vzoiti sam v sebia ; 46:3)

e depois, mais lá para o meio, ficamos a saber que certas merdas afectam mesmo um gajo:

In March 1851, the twenty-two-year-old Tolstoy embarked on another longplanned project: to write a complete account of a single day—a history of yesterday. His choice fell on March 24: “ not because yesterday was extraordinary in any way . . .

a conclusão podia ter sido escrita por bruno de carvalho:

n his first diaries and in “A History of Yesterday,” proceeding by way of narrative experiments, the young Tolstoy discovered a number of things. He discovered that there was no history of today. Even in a record almost concurrent with experience, there was no present. A history was a history of yesterday.



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